O elefante encontra uma elefanta no cio e, todo animado, parte para cima. E a coitada da mulher lá em cima, aboletada numa cadeirinha de vime. A sorte dela (ou seria já uma estratégia dos organizadores do passeio?) é que a tal cadeirinha tinha enconsto e braços para ela se segurar, caso contrário ela teria deslizado das costas do elefante como se estivesse num tobogã.
Enfim.... vocês repararam no tamanho dos documentos do Sr. Elefante? Com todo respeito....
Gentchi, foi uma sensação hein? Fazia tempos que eu não recebia tantos comentários em um post. Ele quer mandar um recadinho para vocês:
ESCLARECIMENTO SOBRE O CENARIO / CORTINA. aquilo é um black out que despencou tem um ano e eu nao tive tempo (imagina ? rsrsrs), de consertar...desculpa mais deslavada, mas é a pura verdade.!!!!!
Pow, me sacanearam...rsrsrsrs...Mas, adorei os comentários...rsrsrs.. Gente, o próximo video o que vocês querem que eu cante? Rock nacional, internacional... musica evangelica??? Hã???????????? me digam, pleaseeeeeeeeeeeeeee
Não adianta: toda mulher teve, tem ou terá preocupações do tipo: qual roupa vestir, qual sapato comprar, ou então 'Será que vou envelhecer e ficar sozinha?'. A jornalista Leila Ferreira conseguiu colocar, com muito bom humor, essas e outras questões em forma de crônica no livro 'Mulheres: Por que será que elas...?' (Editora Globo).
A idéia de compilar esses momentos fatídicos na vida de uma mulher surgiu depois que a autora ministrou uma série de palestras sobre a condição feminina nos dias atuais. 'As convidadas queriam saber se eu tinha site, livro, ou o texto da palestra', diz. Um dos motes de 'Mulheres...' é o rompimento de uma relação amorosa e suas conseqüências. Enquanto uma personagem adorou se redescobrir após a largar o marido, outra não suporta estar sozinha. Por isso, nem escolhe mais: basta o candidato saber fazer três das operações matemáticas básicas que está ótimo. E tem ainda a professora de inglês que, de tanto trabalhar, não tem pique para se arrumar e freqüentar barzinhos para tentar encontrar um affair.
Leila faz parte do time de solteiras há um ano. Separada de seu segundo marido, está felicíssima. Em uma conversa com Marie Claire Online, ela fala sobre as delícias e dificuldades das mulheres que se separaram após um longo relacionamento.
Marie Claire Online Você disse à revista Marie Claire que sua mãe se separou e foi estigmatizada. Qual é a diferença de se separar hoje e décadas atrás?
Leila Ferreira Imagine uma mulher com seis filhos que se separa depois de 33 anos de casada, há quase quatro décadas, em uma pequena cidade de Minas Gerais. Foi uma atitude corajosa. Ela era uma pessoa extremamente admirada na cidade, professora e diretora de colégio. Mas, mesmo assim, passou a carregar o rótulo de mulher separada. Hoje a gente vive uma outra realidade, a sociedade está mais aberta a certas coisas.
MCO Atualmente, as mulheres se separam e levam uma vida normal...
LF Com certeza. E, além disso, os rompimentos antigamente eram muito drásticos. O ex-marido virava inimigo. Hoje é possível tê-lo como amigo, que é o meu caso, e continuar uma relação de profundo carinho e respeito.
MCO Você viu alguma diferença entre o final do seu primeiro casamento e o do segundo?
LF Quando me separei pela primeira vez, era muito nova. Misturavam-se duas coisas: o medo do desconhecido e a excitação diante da perspectiva de estar solteira e com tanta vida pela frente. Hoje já não há tanta vida pela frente, mas o medo do desconhecido também não existe. A maturidade traz uma segurança e uma serenidade maiores. Aos 27 anos, não sabia se ficaria bem sozinha e, hoje, aos 54, tenho certeza de que dou conta de mim. O que não quer dizer que um companheiro não faça falta, mas não sinto mais aquela ansiedade para encontrar uma pessoa.
MCO Você moraria novamente com alguém?
LF Não, jamais.
MCO Muitas mulheres separadas desejam arrumar um namorado, mas preferem viver em casas diferentes, como você. Como enxerga essa atitude relativamente nova?
LF Pela primeira vez na história, as mulheres estão se permitindo pensar em uma coisa de que nunca se falou: a vocação amorosa. Por que todas nós temos de ter vontade de nos casar e ter filhos? Eu acho que o primeiro casamento acontece por impulso do condicionamento cultural. É como se a mulher precisasse viver esse rito de passagem para ser validada na nossa sociedade. Depois de separada, você já passou por isso e pode optar por ser solteira ou se casar novamente. E, como o casamento não é fácil, tem muita mulher descobrindo que vive muito melhor sozinha.
MCO Essas mulheres só querem o bom do relacionamento.
LF Exatamente. Algumas mulheres, e é esse o meu caso, estão descobrindo que não produzem em cativeiro. Eu produzo muito melhor quando estou sozinha.
MCO O que ajuda a vencer o fim de um casamento?
LF Procurar novos interesses, não necessariamente amorosos. Pode parecer clichê, mas fazer um curso ou uma aula de dança pode funcionar para levantar o astral. Mas, acima de tudo, todos têm de viver o luto da separação -que pode durar uma semana, dois anos ou dez. Lembre-se de quem você era antes de se casar. Recupere, além dessa memória perdida, os amigos.
MCO O que é mais difícil superar?
LF Quando você faz parte de um casal, tudo na sua vida existe em função dos dois. O mais difícil é reestruturar a vida para que ela funcione em função de si própria. Você sempre teve um par para viajar, por exemplo. No cinema, aquele braço colado no seu não está mais ali. Essa adequação a um novo momento é difícil.
MCO No livro, você fala de Cecília, uma professora de inglês que trabalha muito e não tem pique nem tempo de arrumar um namorado. Você acha que a vida da mulher moderna dificulta a procura de um companheiro?
LF Antigamente, encontrar um novo companheiro era mais fácil, pois tudo acontecia muito perto da gente. A vida tinha um ritmo mais lento e as relações pessoais e familiares eram diferentes. Hoje você participa de uma infinidade de grupos diferentes, mas, de tão apressada que está, só tem contatos superficiais. Além disso, as mulheres estão exaustas. Quando saem do trabalho, acham que devem se produzir muito para encontrar homens interessantes. Depois de tomar banho, fazer uma escova impecável e colocar uma roupa maravilhosa de grife com acessórios combinando, ela está esgotada. Devíamos nos cobrar menos.
MCO Você acha que as mulheres procuram nos homens algo que elas nunca vão encontrar?
LF Conversando com mulheres, percebi que estamos oscilando entre dois lados. De um lado, existem as que se queixam tanto da falta de homens interessantes que estão fazendo concessões e saindo com quase qualquer um. Uma personagem do livro fala que, antes, queria um homem interessante e sensível, que gostasse de cinema. Hoje, ela se satisfaz com qualquer um que saiba fazer três das operações matemáticas. No outro lado estão as mulheres que exigem demais. A antropóloga Miriam Goldemberg diz que a mulher deseja uma mistura de Reynaldo Gianecchini e José Mayer: sensível e viril, delicado e durão. São muitas as exigências para que ele se encaixe no perfil de galã da novela das oito. Se ela não encontrar um cara assim, acabará saindo com qualquer um, que é a pior opção.
MCO Mas as mulheres estão se permitindo experimentar.
LF As mulheres, em tese, estão abertas ao sexo casual, mas o feminismo não conseguiu tirar o romantismo do DNA feminino. A queixa mais recorrente é de que os homens desaparecem. Uma 'ficada' para os homens é uma coisa efêmera. Já as mulheres ficam o dia inteiro esperando o celular tocar. Elas estão muito frustradas com esses 'ficantes' que não ficam, mas passam correndo por suas vidas.
MCO Você acha que as mulheres são mais felizes sozinhas?
LF Não há regra. É ótimo estar com um homem que valha a pena e que te faça feliz, mas ficar sozinha é uma parte fundamental do processo de estar viva. Todas nós precisamos de períodos de solidão. Seja pós-separação, pré-separação ou durante um casamento feliz. O pior caminho que existe é a mulher se amargurar ou criar asperezas em função de uma solidão que está vivendo. Esse é um momento único e extremamente enriquecedor.
PS: Gostou do livro? Ele está a venda no sebo por módicos R$9,00.
Você saiu com a criatura, deu o seu número de telefone (depois de muita insistência dele, claro) e agora espera (espera, espera, espera ...) por uma ligação do cara. Afinal, porque os homens não telefonam no dia seguinte? A discussão parece fútil pra você? Ah, vai dizer que nunca morreu de ansiedade ao lado do bendito aparelho, que aliás, nunca tocou.
A questão é discutida há tempos e não tem revolução sexual que dê jeito nisso: quem deve ligar no dia seguinte, ele ou ela? E afinal, por qual razão, motivo ou circunstância ele não liga? Será que tem bloqueio, não gosta de telefone ou não sabe fazer uma ligação, tem de tudo nessa vida. Vai ver que não pagou a conta e está sem linha em casa, ou até, está ocupadíssimo, coitado.
Pare de inventar desculpas e assuma logo, se ele não liga é porque não está a fim de você. Quem garante isso é Greg Behrendt, que além de humorista também é redator da série Sexy & The City. No livro “Ele simplesmente não está a fim de você”, da editora Rocco, Greg detona todas as desculpas que nós mulheres inventamos para justificar o descaso deles, e alerta: “sim, os homens sabem usar o telefone”, seja depois do primeiro, do segundo ou do décimo encontro. Confira um techo do livro:
"Podemos tentar fazer você pensar que somos diferentes, mas nós, homens, somos iguaizinhos a vocês, mulheres. Gostamos de fazer um intervalo no nosso dia, em geral sem graça, para conversar com alguém de quem gostamos. Ficamos felizes com isso. E gostamos de ficar felizes. Exatamente como vocês. Se eu estivesse a fim de você, falar contigo seria uma bênção nesse meu dia infernal. E exatamente nesse dia, eu nunca estaria ocupado demais para ligar para você”.
O dia seguinte da primeira vez Vamos direto ao ponto, vocês transaram. Agora você espera que ele telefone dizendo o quanto foi incrível e que quer ver você novamente. Mas ele não liga, liga nada, o telefone não toca, nem por engano. Para o psicólogo e especialista em relacionamento amoroso, Ailton Amélio, o “perdido” que os homens dão nas mulheres no “after day” tem uma explicação, aliás duas:
* 1 – Ele não quer nada com você
"A mulher tem mais certeza do que está fazendo quando vai para a cama com um homem. Geralmente, ela não transa por transar, existe ali um interesse qualquer por ele. Já o homem, por sua vez, vai para a cama mais fácil, transa mais fácil, e não necessariamente com uma parceira que realmente interesse. No outro dia, é claro que ele não vai ligar, já que não tem interesse em dar continuidade à relação.”
* 2 – Ele não quer nada com você, se você for afobada
“Alguns homens gostam de dar um tempinho (alguns dias) para ligar para a mulher. Mas, se ela liga antes, ele acha que ela é desesperada e não vai encarar isso com bons olhos. Acho que depois de uma semana é um bom tempo para um dos dois ligarem, ninguém vai se passar por afobado dessa forma”.
Devo entrar nesse jogo? Depende da sua paciência e de quanto esse cara significa para você. Forçar a barra não adianta, tão pouco correr atrás. Ficar esperando do ladinho do aparelho é bobagem, se ele estiver mesmo a fim de você, vai ligar, mais cedo ou mais tarde, palavra de Greg e Ailton, que entendem do assunto.
Outros toques de Greg Ele simplesmente não está a fim de você ...
* se não a convida para sair
* se não telefona para você
* se não quer namorar com você
* se não faz sexo com você
* se faz sexo com outra pessoa
* se só quer vê-la quando está de porre
* se não quer casar com você
* se está te dando um pé na bunda
* se desapareceu sem deixar sinal de vida
* se é casado ( e outras variações loucas de indisponibilidade)
* se é um babaca egoísta, um brigão chato, ou um doido de pedra
PS: Gostou do livro? Ele está a venda no sebo por módicos R$15,00.
Eu perdi a chave de casa. A argola estava solta do molho, mas não tomei nenhuma iniciativa de contenção de portas em meu bolso. Deixei que a sorte me favorecesse.
Ao chegar ao apartamento, de noite, sem ninguém para atender, não localizo a chave. Procuro e procuro pelo casaco, calça e fechos da bolsa. Reconstituo o trajeto de costas, aliso o chão, cavo a neblina. Desesperado como um esquilo comendo. Os braços são joelhos brincando de morto-vivo. Não havia como me concentrar. Sempre que altero o esconderijo, me comprometo com um novo arranjo de dicas. Restava aguardar que alguém viesse mais cedo, sentar na portaria como um refugiado de enchente e continuar mentalizando: “onde diabos botei a coisa?” Tudo perde o nome e se transforma em coisa quando perco.
No extravio, somos obsessivos. Não trocamos de raciocínio, não deslocamos as visões, não conseguimos mais fazer o que tínhamos para fazer até resolver aquilo. Um breve lapso, e as conexões da rotina se interrompem bruscamente.
Doloroso foi o dia seguinte. Infernizar a agenda, mudar a fechadura, receber o homenzinho com as ferramentas, duplicar as cópias, entregar para a babá e dormir com a lição de que a pressa me envelheceu.
Novamente tranqüilo (castigo pago com juros), vou guardar a japona e apalpo um objeto pontiagudo no forro. Vejo que o bolso está descosturado no canto esquerdo. Agora que não preciso mais, recuperei a chave, com seus dentes rindo de escárnio.
É sempre assim.
A única vez em que dirigi sem carteira (ficou na cômoda e era tarde para retornar), fui parado por uma blitz. A primeira da minha vida, justo no momento em que não carregava o documento. Tenho o presságio de que a Polícia Rodoviária possui um radar de pânico dos motoristas. Os guardas enxergaram meu batimento fora do normal, e pediram para encostar. Apreenderam o veículo, e debocharam da minha verdade como se fosse uma mentira mal contada.
O encalhado quando caça também não acha seu par. Não é por ausência de vontade, talvez seja o excesso, a ansiedade, a pressão em resolver sua vida naquele instante daquele jeito (Encalhado mesmo é aquele que consulta a data de validade da camisinha).
Sente-se duplamente negado: por si e pelos outros. Parte da concepção de que os outros estão informados de sua abstinência e jejum. E o terrível é que a maioria realmente desconfia. O encalhado respira a falta de sexo, já pede desculpas com as sobrancelhas. Subentende que é um fracassado, camuflando o estigma da mão solitária com a protuberância de anéis. Desabafa no mais sutil cumprimento. Age como eu farejando a chave ou fugindo do policiamento. Com idéias fixas. Modelando a memória para diminuir a culpa. Censurando-se por ter perdido algo (sua idade, sua fantasia, sua ingenuidade).
Não dançará à vontade ou participará de discussões, tão coagido a eleger sua cara-metade. Não irá se divertir; converteu o namoro num pré-requisito do prazer. O encalhado não conversa, investiga. Não flerta, conduz entrevistas de candidatos. Pergunta o que exigiria anos de observação. Encurralado pela falta de tempo que é ter todo o tempo do mundo.
Aos amantes solteiros, pense em mim no Dia dos Namorados antes de chorar emprestado. Ao desistirem de procurar, é certo que vão encontrar.
(Publicado no caderno Vida & Arte, página 5, Jornal O Povo
Fortaleza/Ceará, 8/06/08)
Quando voltei para casa, parei num comércio que tem aqui perto de casa para ir na farmácia e no mercado. Levei a câmera comigo e fiz uma foto linda do céu. Depois de comprar o que precisava, entrei na padaria para fazer um lanche e, quando voltei para o carro, uma meia hora depois, levei um susto com a mudança do céu. Tentei repetir a foto, no mesmo ângulo para mostrar a diferença.
Parecia que ia cair um dilúvio no final do dia mas até agora, neca! Pelo menos refrescou um pouco....
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Ah, não falei aqui ainda mas comecei, finalmente, o curso de fotografia. Não foi no lugar que eu queria por uma questão de logística, mas o curso que estou fazendo parece ser bem legal, também.
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Promoção imperdível essa, não?
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Os dois produtos são ótimas sugestões para o Dia dos Namorados, mas servem para qualquer ocasião. Ambos estão expostos, por enquanto, na página do Dias dos Namorados, clicando aqui.
Ainda vou incluir muitas novidades ao longo desse mês com coisas lindas que trouxe da feira. Aguardem!!
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