Terça-feira, Janeiro 30, 2007
Orkut faz 3 anos!
Vocês viram que bonitinho o logo que está aparecendo na página principal do Orkut ?
Isso tudo porque em 19/01/2007 o Orkut completou 3 anos de existência. Parece tão pouco diante da intensidade que essa forma de se relacionar conquistou, principalmente para os brasileiros, que hoje representam quase 58% dos membros dessa rede de relacionamento.
O que será que vai aparecer daqui há algum tempo? Que outras redes de relacionamento surgirão??
postado por flavoli | Permalink |
Sexta-feira, Janeiro 26, 2007
Uma comunidade em minha homenagem... que chique!
Vocês já viram que tem uma comunidade no Orkut chamada "Nós amamos a Flavia Oliveira" ? Pois é, tem. E foi meu grande amigo Nasci que fez para mim.
A comunidade já conta com 18 membros e, como eu sou um deles, isso significa que 17 pessoas me amam!! Não é máximo??
postado por flavoli | Permalink |
Domingo, Janeiro 14, 2007
I will survive
Eu simplesmente AMO essa música. Além de ter um ritmo contagiante, a letra é TUDO!! Recebi a dica desse vídeo na minha comunidade do Orkut chamada Eu adoro o You Tube . Para quem não sabe inglês, tem uma tradução tosquérrima aqui .
http://www.youtube.com/watch?v=Nvej-wEI3NI
postado por flavoli | Permalink |
Sexta-feira, Janeiro 12, 2007
Cadê o verão?
Desde o final do ano que a chuva não desiste do Rio de Janeiro. Ontem, finalmente, fez um dia lindo, com uma temperatura ainda agradável. Hoje também está um dia lindo e já está mais quente, mas estão falando que amanhã outra frente fria chega por aqui trazendo a chuva de volta. Que saco!! Eu vou entrar de férias semana que vem (por duas semanas!!) e prentendia ir à praia, à piscina (meu bronzeado já está desbotando), fazer uns passeios ao ar livre... :o(
Se continuar chovendo assim vou acabar fazer programa de paulista e mineiro e indo só para shopping! Uma coisa é certa: vou assistir todos os filmes infantis em cartaz com a Luiza e começar os preparativos para festinha dela que será no início de fevereiro.
Sobre esse assunto do clima daqui vejam o que saiu no Globo Online
Carioca teve quinta-feira de sol, mas previsão é de chuva forte no sábado
RIO - O tempo nublado que esconde o sol na cidade desde o fim do ano passado e já causou estragos no interior, com fortes chuvas deixando mortos e desabrigados, deu uma leve trégua nesta quinta-feira. O tempo abriu e o sol apareceu timidamente na cidade, enchendo as praias da Zona Sul. Na sexta o tempo continua aberto com a temperatura ainda mais elevada, podendo chegar a 34 graus. Outra frente fria, no entanto, chega ao Rio com chuva forte já a partir da tarde de sábado.
O nevoeiro que atinge a cidade desde o início da semana vem sendo causado pela umidade vinda do mar somada à temperatura baixa da água, normal nessa época, e associada a uma corrente de ar descendente que chega à superfície. A névoa costuma aparecer nas primeira horas do dia e especialmente em áreas próximas ao mar.
As chuvas insistentes no estado foram causadas na semana passada por áreas de instabilidade que deixaram o tempo carregado, por influência do fenômeno chamado Zona de Convergência do Atlântico Sul (Zacs). No último final de semana uma frente fria atingiu o Rio, criando nebulosidade com o vento úmido marítimo que vinha do mar.
E para finalizar uma foto da minha cidade linda, tirada ontem, na praia de Ipanema (fonte: Globo Online).
postado por flavoli | Permalink |
Quinta-feira, Janeiro 11, 2007
Por que gostamos de música?
Pesquisa inédita dá uma visão inteiramente nova da nossa vida musical
por Rosana Zakabi
Meio milhão de pessoas foram ao delírio quando o grupo americano de rap Black Eyed Peas cantou My Humps na festa de réveillon na Praia de Ipanema, no Rio de Janeiro. A canção é sucesso entre os adolescentes e toca a toda hora nas rádios. Mesmo quem prefere outro tipo de música e detesta rap deixou-se envolver pelo ritmo. A questão aqui, na verdade, é mais abrangente: por que fazemos e gostamos de música? Esclarecedoras respostas a essa antiga questão podem ser encontradas no livro This Is Your Brain on Music (Esse É Seu Cérebro na Música), lançado no ano passado nos Estados Unidos. Seu autor, o neurocientista americano Daniel Levitin, da Universidade McGill, em Montreal, Canadá, comandou uma equipe que realizou exames de ressonância magnética no cérebro de treze pessoas enquanto elas ouviam música. O resultado do trabalho é a mais detalhada descrição já obtida pela ciência da - para usar as palavras de Levitin - "refinada orquestração entre várias regiões do cérebro" envolvidas na "coreografia musical".
Algumas descobertas feitas pelos pesquisadores estão dentro do esperado. Por exemplo, um bom jantar, a música e uma noite de sexo ativam as mesmas regiões do cérebro associadas ao prazer e ao bem-estar - o que ajuda a explicar, afinal, por que esse trio de atividades se harmoniza tão bem. Por outro lado, a equipe de Levitin desvendou processos neurológicos que até então tinham escapado aos pesquisadores. Um dos mais surpreendentes é que a percepção musical não é resultado do trabalho de uma área específica do cérebro, como ocorre com muitas atividades, mas da colaboração simultânea de uma grande quantidade de sistemas neurológicos.
Uma conclusão da pesquisa é que muito do que se imagina ser o som do mundo exterior ocorre na verdade dentro do cérebro. As moléculas de ar que fazem vibrar nossos tímpanos não têm em si as variações entre sons graves e agudos. Elas oscilam numa determinada freqüência que o cérebro mede; a partir disso, ele constrói uma representação interna com variações de tonalidade sonora. É similar ao que acontece com as ondas de luz, que são desprovidas de cor. É o cérebro e o olho que constroem as cores medindo a freqüência das ondas. Levitin nota que o cérebro não apenas produz uma representação interna do som, mas também lhe dá significado.
No laboratório, o cientista percebeu que, quando as pessoas ouvem uma música da qual gostam - e não uma melodia desagradável ou um ruído qualquer -, uma área ativada é o cerebelo. Trata-se de uma grande surpresa científica. Em termos de evolução, trata-se de uma das partes mais antigas do cérebro, responsável pela coordenação motora, não envolvida com as emoções. Por que então só é ativada quando o ouvinte gosta da música? A resposta encontrada pelos cientistas é a seguinte: quando se ouve uma música, o ouvido envia o som não apenas para regiões especializadas do cérebro, mas também para o cerebelo, que se "sincroniza" com o ritmo da música, tornando possível acompanhar a melodia. Levitin diz que parte do prazer da música é o resultado de uma espécie de jogo de adivinhações: o cerebelo tenta prever a próxima batida. Se acerta, ótimo. Melhor ainda se é surpreendido por uma mudança no ritmo, pois o cerebelo parece ter prazer no processo de sincronização.
Produtor musical de sucesso antes de se tornar cientista, Levitin está à vontade para lidar com as duas faces da questão - neurociência e teoria musical. Mas, para decepção dos artistas, não foi capaz de localizar fisicamente o talento no cérebro. "Não existe um gene musical ou uma área no cérebro que os torna especiais", disse Levitin numa entrevista à revista Wired. "O talento de um músico se deve a um conjunto de uma dúzia de habilidades, como coordenação motora, bom ouvido, boa voz e criatividade, e não a apenas um único dom." Isso é inesperado, pois os cientistas sabem que o processo de especialização numa atividade - no jogo de xadrez, por exemplo - provoca mudanças na estrutura cerebral e cria circuitos neurológicos especializados. A conclusão: é possível perder uma determinada habilidade e ainda assim manter a capacidade musical. Beethoven, por exemplo, que começou a ter problemas de audição aos 26 anos, continuou a compor mesmo depois de ficar inteiramente surdo, vinte anos depois.
O estudo, entretanto, não conseguiu colocar um ponto final numa questão que intriga os cientistas há séculos: por que o ser humano começou a fazer música? Em A Descendência do Homem, publicado em 1871, Charles Darwin, pai da teoria da evolução, sustenta que as notas musicais e os ritmos foram desenvolvidos pela espécie humana com o objetivo de atrair o sexo oposto, assim como fazem alguns pássaros. "Como ferramenta para ativar pensamentos específicos, a música não é tão boa quanto a linguagem", escreveu Levitin. "Mas, como ferramenta para suscitar sentimentos e emoções, a música é melhor que a linguagem." Não há cultura humana que não tenha produzido músicas. Estudos recentes mostram que os bebês começam a ouvir e a memorizar melodias ainda no útero da mãe. Pequenos, eles preferem músicas da própria cultura. Na adolescência, escolhem o tipo específico de música de que vão se lembrar e que apreciarão pelo resto da vida. "Nessa fase, a tendência é se lembrar de coisas com alto componente emocional porque os neurotransmissores e a amígdala cerebral estão trabalhando arduamente para ligar a memória a fatos importantes", diz Daniel Levitin. É uma explicação de por que as músicas que foram hit nos anos 80 continuam a fazer sucesso entre os trintões.
Fonte: Revista Veja - Edição 1990 . 10 de janeiro de 2007
postado por flavoli | Permalink |
Sexta-feira, Janeiro 05, 2007
Carpe Diem
Minha mãe me mandou hoje por email uma apresentação em Power Point com uma música linda, umas imagens fofas e uma bela mensagem. Deixo aqui a mensagem, que é a essência dessa mensagem!
Atitudes para encontrar a felicidade:
Aceite-se tal como você é, incondicionalmente!
Você não é do tamanho da sua conta bancária, do bairro onde mora, da roupa que usa ou do tipo de trabalho que faz. Você é, como todo mundo, uma mistura extremamente completa de capacidades e limitações.
Goste daquilo que você tem!
Valorizar o que se tem - em vez de lastimar-se pelo que não se tem ou não se pode ter - leva a uma felicidade maior.
Compreenda que a satisfação completa não existe!
Se você acha que é possível ter uma vida perfeita, viverá em eterna frustração. Altos e baixos, alegria e tristeza, entusiasmo e decepção são partes integrantes da nossa existência. Lute sempre para melhorar e alegre-se com suas conquistas.
Os acontecimentos são temporários!
O tempo realmente cura tudo. Nossas decepções são importantes e sérias, mas a tristeza passa e a vida nos leva por novos caminhos. Dê tempo ao tempo.
Não esqueça de se divertir!
Reserve, todos os dias, algum tempo para se divertir, dizer bobagens, e rir muito...
Abra-se para novas idéias!
Nunca pare de aprender e se adaptar. O mundo está sempre mudando.
Não deixe a sua vida girar em torno de uma só coisa!
A vida é feita de facetas diferentes. A obsessão por alguma coisa nos torna incapaz de usufruir outras e nos faz perder oportunidades de beleza e alegria.
Preste atenção... Talvez você tenha o que deseja!
A tendência humana é sempre querer mais. Por isso é tão importante nos darmos conta do que temos e do que conseguimos alcançar durante a vida.
Tenha uma boa noite de sono!
Não economize sono. As pessoas descansadas sentem que trabalham melhor e chegam mais dispostas ao fim do dia.
postado por flavoli | Permalink |